Oh Luas longes.

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Oh Luas!
Tão longes das ruas,
Tão nuas…
Oh luas decrescentes,
Rima dos olhares
Pobres e descrentes!

Oh Luas tão minguantes
Porque tudo não volta?
Volte Lua, a ser como antes!
Oh Luas, tão novas,
Porque não me renovas?

Oh Luas, tão cheias,
Corram, sentimentos,
Dentro de minhas veias.

Oh Luas cruas,
Luas nuas,
Luas suas.

Oh Luas longes,
Luas de monges,
Luas dos brutamontes.
Luas. Porque suas?

Oh, Luas, meus alimentos.
Porque força?
Porque fé?
Porque amor?
Porque paz?
Porque Luas?
Porque sentimentos!?

*Eu sei que não existe ”longes”, mas eu curti a sonoridade dos S’s.

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