Vai…e foi.

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 E a gente se despede de mais uma história: -Vai, mas leva um pedacinho meu que é pra gente se achar…E foi. Uma história que ensinou tanta coisa e hoje já não diz nada, um compilado de dramas que escreveu muitas comédias. Hoje? Não mais em livros, apenas memória daqueles que sobreviveram.

Já nem sei se é saudade, se é feição ou tudo invenção, só sei que é aquele velho clichê da distância. Complicadíssima a vida daqueles que se cansam do fardo de migalhar por simplicidades, em sua compaixão ela diz entre aspas ”Chora fio, chora que a saudade passa”, mas na verdade a gente não pode chorar perante a deusa maior. 

E assim, dizendo ‘Vai’, a ampulheta para de escorrer…Vai, e foi. Teria levado um pedaço meu? E foi. Teria guardado alguma lembrança? E foi. Teria cogitado a possibilidade do ‘e se’? E foi. Vai…e foi.

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