Quando eu Ismália.

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Quando eu Ismália,
Loucura,
Devaneio,
Teatro.
Quando eu Ismália, eu assim…
Todos lá, ninguém por fim.
Ismália eu, mar ninguém.
Quando eu: dúvida?
Responde alguém: ‘não fica assim’.
Quando poeta eu, lê ninguém,
Quando oro eu, anjos sem amém.
Quando decido Ismália,
A atitude é apontada falha.
Se aos buracos mando:
”Oh, olhos sem amor!
Oh, vida em escafandro!”

Quando eu Ismália,
Eu sem chão, eu sem mundo, eu assim,
Se Ismália vivo dentro de mim.
Quando eu Ismália,
Tão pobre, tão sem nada, tão assim
Se Ismália fiz do que há em mim…

 

 

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