Vento.

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Há de ser sincero, há de ser profundo.

Tão profundo e visceral foi meu desejo que eu consegui chegar ‘lá’, encontrei a minha parada. A primeira. Degusto agora de uma paz nunca antes saboreada por estes lábios, tão bom tirar um caminhão das costas e saber que consegui carregá-lo até o final. Não há dor,  há feridas de lugares diferentes cicatrizando, a pele se refaz assim como eu.

Meus sonhos já não têm hora pra acabar, ando nas histórias imperfeitas perdidas entre os grãos de areia. O céu me atrai bem mais que o chão, bato asas sem me cansar…vou voar pra minha luz.

Chegou a hora de acreditar mais ainda no desconhecido, esquecer as aflições e buscar o certo e o incerto, quebrar a cara algumas vezes, perder uma rodada pra ganhar as próximas e sentir ao me deitar o conforto real do travesseiro.

Tu és vento Philippe, tu és vento! E se os novos objetivos traçados são complicados, que o sentimento seja sincero e profundo, que seja olho no olho e dente rangendo.

Eu sou vento. Eu sou forte. Eu sou ar. Eu sou infinito.

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