Ganhastes o jogo.

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Quanto mais se diz, menos se fala.

Entendes o que eu falo, não o que eu quero falar. As entrelinhas? Apenas entrelinhas pra você e eu? Sou eu. Não lhe basta o tanto de farpas, queres mais.

Sei que sou desejoso de mais, sempre mais…mas tu? Cruel! Impiedosamente não se cansa de me ferir, já não há mais peito pra ferir ou sentimento pra estragar. Minha sorte foi lançada e tu pegastes num pulo, já não posso mais passar. Fere-me a cada dia, a cada palavra. Perdoa, amor…não posso mais.

Não consigo lidar, não consigo amar, não consigo conter. As palavras borbulham meu sangue e minha vontade de abraçar-te é infinitamente maior do que a que tu tens…tudo em vão. Pedra sou e tu? Tu és jardim, floresta, pântano, lenda, mistério, mentira e verdade. És um mundo em um tanto de carne, és tudo em um aglomerado de átomos.

Ah, que imbecilidade a minha escrever até a mão doer…já não faz mais diferença. Adeus amor, eu me despeço sim…mas tu sabes que regresso. Ah, como tens crueldade onde quisera eu ter amor.

Perdoa os lacrimejantes, perdoa os ferimentos, o sangue, o sentimento. Eu sou dos sentimentos, tu és das razões…eu sou eu, tu és tu.

Perdoa…não te quero rival, te quero bem…bem ao meu lado, e se isso não é possível, entrego-te o tabuleiro…ganhastes o jogo.

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