Dobraram-se os gigantes.

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E fez-se fogo em minha terra e nova colheita houve. Eis que colho os frutos, os gigantes se dobraram.

Caíram aos meus pés pedindo clemência, se corto-lhes a cabeça fora? Talvez. É de grande regozijo saber que olhei ao fundo dos olhos, que peitei-os como gente  grande e a força que encontrei (não sei onde) dentro de mim mostrou quem é senhor de quem.

Amarrei a boca do saco e impedi que medo, aflição e ansiedade pairassem sobre esta alma.

‘Tu és forte, Philippe, tu és forte!’

E forte fui quando meu amor tornou-se mar, forte sou quando na escuridão ainda enxergo os sinais de que um novo dia nascerá, forte sou quando se prendem ao meu norte a fim de encontrar calmaria. Eu sou forte.

Dobraram-se os gigantes sobre meus pés, o amásio que havia perdido tudo? Hoje tem na arquitetura de seus castelos referência das artes, eu me refiz e me farei. Cansado, cheguei onde não imaginei que chegaria. E agora que retomei o fôlego? Preparem-se os inimigos, porque a armadura revigorou-se.

Eu sou forte, eu sou nau, eu sou mar.

Eu sou e posso ser mais, dobraram-se os gigantes, o que é preciso vencer agora?

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